Dinheiro dos stickers do Major valeu estatuto de organização terrorista aos Virtus.Pro

Anton Cherepennikov, CEO da ESForce Holding, empresa que detém a organização de esports Virtus.pro revelou um episódio, onde o seu banco os confundiu com uma organização terrorista.

Anton explicou que quando a VALVE transferiu pela primeira vez o dinheiro dos stickers para a empresa, o mesmo viu a operação cancelada diversas vezes por parte do seu banco, porque no descritivo da transferência a produtora do CS:GO colocou "Weapon Sticker Sales". 
Além do dinheiro ter ficado congelado, o equívoco levou a que os Virtus.pro ficassem com má reputação no banco, semelhante a uma organização terrorista. O CEO da organização teve de passar diversas horas a explicar aos funcionários do banco sobre o mundo do CS:GO e a origem do dinheiro que estavam a receber.

Eventualmente foi possível clarificar a situação e os Virtus.pro conseguiram receber o dinheiro dos stickers e limpar o seu nome com o banco.



 

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