A aquisição da Virtus.pro por parte do arménio Aram Karamanukyan levantou desde cedo a suspeita da comunidade, que colocou de imediato em cima da mesa a possibilidade de ser uma jogada da organização para escapar às sanções impostas após o início do conflito militar na Ucrânia. Contudo, o novo CEO da organização, que transferiu as atividades da mesma para a Arménia, refutou a acusação.

Em entrevista à DexertoKaramanukyan esclareceu que tudo foi feito dentro dos trâmites legais e que a Virtus.pro tem toda a documentação para o provar. “Este é um dos estereótipos sobre as nações do sul – gregos, italianos, arménios -, que todos são família ou se conhecem com um aperto de mão”, começou por dizer o novo dirigente, que esclareceu ainda que não conhecia Nikolai Petrosyan, CEO da ESforce, até os dois iniciarem as negociações.

Lê também:

“Gostaria de responder às questões sobre a transação, de uma vez por todas. Foi tudo feito pelas leis do mercado. Fornecemos todos os documentos necessários às maiores produtoras e organizadores de torneios. Isto é factual, não é um rumor. Exijo respeito pelo meu clube”, atirou.

Após a aquisição da Virtus.pro e respetiva transferência das atividades da mesma para a Arménia, Karamanukyan já conseguiu que a equipa obtivesse autorização para voltar a competir sob o nome de Virtus.pro no cenário de Dota 2, deixando assim para trás a tag Outsiders. No que diz respeito ao CS:GO, ainda não existe qualquer informação oficial, mas os rumores apontam a que o regresso da tag Virtus.pro esteja para breve.