DRX celebram a vitória no Masters Copenhagen
O terceiro dia do Masters Copenhagen terminou com a DRX nos playoffs. A XERXIA e LOUD estão fora do torneio, já que perderam os jogos de eliminação contra NORTHEPTION e OpTic, respetivamente.

Ontem, a Guild foi a primeira equipa da fase de grupos a qualificar-se para os playoffs ao bater a KRÜ. A FunPlus Phoenix jogou também contra a XERXIA na abertura do Grupo B, colocando os tailandeses em posição de eliminação para hoje.

A NORTHEPTION e OpTic continuam a sua caminhada amanhã. Enquanto que os japoneses vão enfrentar a FunPlus Phoenix pelo último lugar nos playoffs do Grupo B, a última vaga do Grupo B decide-se entre a KRÜ. Podes acompanhar os jogos na RTP Arena.

Este é o pior de todos os resultados internacionais conseguidos pela XERXIA, dado que acabaram o Masters Reykjavik deste ano no top 10. A LOUD regista também a sua terceira derrota desde que a equipa foi fundada, passando de vicecampeã do Masters para último lugar no torneio.

A consistência da DRX

A DRX teve direito a escolher o Haven para começar a série, e conseguiram estabelecer um domínio inicial de 4-1. A FPX não descruzou os braços e recuperou rondas suficientes para acabar a metade em margem mínima (7-5). Foi aí que Andrey “Shao” Kpirsky se provou fulcral para os antigos campeões europeus, já que matou 16 apenas na segunda metade para dar à FPX a vitória 13-8.

Ainda que a FPX tenha começado bem, viram-se azarados no Fracture: depois de ganhar as primeiras duas rondas, deixaram escorregar oito de seguida. Uma metade 9-3 acabou por se transformar numa vitória 13-6 tranquila para uma DRX que, por esta altura, já estava a encontrar o seu rumo.

No Breeze viu-se uma situação semelhante. A FPX conseguiu ganhar a pistol e a ronda bónus, mas viu-se a perder outras nove rondas na defesa. Não demorou até que a DRX fechasse o mapa 13-6, garantindo assim passagem para os playoffs do Masters Copenhagen. Nos mapas finais, foi Kim “stax” Gu-taek e Yu “BuZz” Byung-chul os membros essenciais do quinteto coreano, com o primeiro a registar uma média de 270 ACS nos dois mapas que a DRX ganhou.

Japão triunfa mais uma vez

Tal como na série anterior, as duas equipas em jogo trocaram os dois primeiros mapas. O Split foi o mapa de eleição da NORTHEPTION, mas foi a equipa tailandesa que se colocou numa vantagem 8-4. Os japoneses ainda alimentaram esperanças de uma retomada na segunda metade, ao igualar o marcador 8-8. Foi aí que a XERXIA finalizou o mapa 13-9, com destaque para o Chamber de Thanachart “Surf” Rungapajaratkul, que tem sido uma peça-chave para a XERXIA nestes últimos dias.

Os NORTHEPTION mantiveram a cabeça fria naquela que é a sua primeira presença internacional, e entraram no Haven com uma vantagem 8-2. Os tailandeses conseguiram de certa forma encolher o intervalo na segunda metade, mas provar-se-ia demasiado tarde e a série ficou em pé de igualdade com um 13-8 no segundo mapa.

O decider Bind deu um final necessário a uma série tão renhida. Depois das duas equipas empatarem a primeira metade, a XERXIA conseguiu forçar os japoneses a ir a prolongamento. Foi aí que a NORTHEPTION ganhou 15-13, dando-se destaque ao jogo de Kim “Meteor” Tae-O, cujos 257 ACS e 160 ADR permitiram que a NORTHEPTION vivesse para lutar mais um dia.

Com a LOUD de fora, quem parará a OpTic?

A LOUD escolheu Ascent para abrir a desforra da final do Masters Reykjavik, mas foi a OpTic que desbastou caminho com uma vantagem 4-1. A LOUD conseguiu somar cinco mais rondas antes que a metade acabasse empatada. A defesa da LOUD foi demasiado forte para os campeões do último Masters, levando-os a fechar o mapa 13-8 com um desempenho excecional de Erick “aspas” Santos, que registou 299 ACS em 24 mortes.

Ainda que o Fracture da OpTic tenha acabado com o mesmo resultado, a LOUD esteve na retaguarda o tempo todo. Depois de acabar a primeira metade na vanguarda 8-4 e vencer quatro das primeiras cinco rondas a atacar, a OpTic facilmente alcançou a vitória 13-8.

As decisões foram ao Split, mapa que está de saída da rotação competitiva. Os brasileiros destacaram-se por 9-5 nas primeiras rondas, mas a OpTic manteve-se em jogo e o jogo acabou por ir a prolongamento. Aí, a OpTic venceu sobre a OpTic 14-12, repetindo o resultado de abril para eliminar a LOUD do Masters Copenhagen e garantir mais um dia de luta. Jacob “yay” Whittaker voltou a encontrar a sua magia no Split, ao terminar o mapa com 271 ACS e 171 ADR.

Capa: Colin Young-Wolff/Riot Games