Riot Games foi apontada esta segunda-feira como tendo tido um papel preponderante no que veio a ser a saída de Carlos “ocelote” Rodríguez da direção da G2. Contudo, a produtora já se pronunciou, através do dirigente máximo para o League of Legends na região EMEA, e negou ter tido esse papel.

Maximilian Peter Schmidt, responsável pelo cenário competitivo de LoL na região onde competia a G2, recorreu ao perfil pessoal no Twitter para esclarecer os rumores. Schmidt revelou que a LEC abriu uma investigação na semana passada, de acordo com as suas próprias regras, e que a mesma ainda está em curso.

No entanto, Schmidt deixou claro que a LEC não pediu a ocelote que se demitisse ou deixasse a sua liderança da mesma. Em resposta a um utilizador, que afirmou que a ordem partiu da Riot Games e não da LEC, Schmidt também negou essa ideia.

A saída de Carlos “ocelote” Rodríguez da G2 deu-se na última sexta-feira. O fundador da organização apresentou a sua demissão após uma polémica festa com Andrew Tate, depois de já ter sido suspenso por oito semanas numa primeira fase.

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