Riot Games emitiu esta terça-feira o veredito final da investigação que abriu a Carlos “ocelote” Rodríguez, que entretanto se demitiu do cargo de CEO da G2. A produtora revelou também as condições que o espanhol terá de cumprir se quiser regressar ao ecossistema de esports da Riot.

De acordo com o comunicado emitido pela Riot Gamesocelote enquadra-se no cargo de team manager aos olhos das regras da mesma, já que detinha ações da organização e era o CEO da mesma. Com base nisso, o fundador da G2 terá infrigido o artigo 9.2.5 do livro de regras da LEC, que diz o seguinte:

“Team Managers/jogadores não devem emitir, autorizar ou apoiar qualquer comunicado ou ação que tenham, ou que sejam desenhados para ter qualquer efeito prejudicial aos melhores interesses da Liga, da Riot Games ou seus afiliados, ou do League of Legends, como determinado na descrição da Liga”.

Aos olhos da Riot Gamesocelote terá quebrado esta regra ao associar-se a Andrew Tate, no polémico episódio que levou à demissão voluntária do espanhol do cargo de CEO da G2. A produtora anunciou ainda que, para ocelote regressar ao seu ecossistema de esports, terá que se submeter a treino de sensibilidade e treino executivo providenciados por uma entidade independente e que seja aprovada previamente pela Riot.