Fotografia: Aurora

O quinteto da academia da Aurora, a Aurora Youn Blud, tem estado no centro das atenções. O conjunto russo assinou, novamente, contrato com a organização, e a comunidade não perdeu tempo a intervir.

Ora, nos qualificadores abertos para o Major, o quinteto atuou como 30 Seconds To Win, e protagonizou várias eliminações pelo caminho, uma delas, à formação portuguesa da FTW. Naturalmente, a comunidade reagiu, e procurou respostas junto da organização.

A participação da equipa nos qualificadores, tirou a oportunidade a outros conjuntos de chegar à fase mais adiantada de acesso ao Major. No Qualificador Fechado, a organização já contava com o quinteto principal, e a Aurora Young Blud podia não vir a competir graças aos conflitos de interesse.

Este domingo, a Aurora recorreu às suas redes-sociais, para explicar e deixar em ‘pratos limpos’ a situação. Segundo a organização russa, a recontratação da equipa estava dependente do desempenho nos qualificadores: “A organização tinha um acordo verbal com os jogadores e não íamos colocar um travão caso os rapazes passassem as eliminatórias. Discutiríamos a extensão dos contratos logo após os qualificadores”, começou por dizer o CEO da organização.

Logo após o fracasso na qualificação, a Aurora terá sido contactada pela PGL, entidade responsável pelo Major: “A PGL contactou-nos e pediu-nos para lhes fornecermos os novos contratos. Tudo o que era necessário tinha sido fornecido e os organizadores não tiveram mais perguntas”, salientou a organização, que terminou o contrato com a equipa da academia “no final do último ano”.

Esta situação gerou muito controvérsia no cenário de Counter-Strike, e várias equipas pediram explicações à PGL, visto que a oportunidade de chegar mais longe haveria sido tirada por um conjunto, alegadamente, ainda ligado a uma organização.